Você sente que sua vida tá pesada demais?
Qualquer coisinha já tira você do sério?
Você tá se pegando brigando com todo mundo?
Explodindo com quem nem tem culpa?
Sabe aquele dia que parece que o mundo inteiro resolveu conspirar contra você?
Pois é. A verdade é simples (e meio dolorida):
Você tá levando tudo a sério demais.
“Mas como assim? Não tá vendo o tanto de coisa?”
É sequência de jab. Direto. Mata-leão de um lado, armlock do outro.
E ainda tem uma arapuca. (Fala sério: até a palavra “arapuca” já é engraçada!)
Você tenta se explicar e só piora.
Fala aqui, alguém se ofende. Fala ali, outro já quer discutir.
Quando vê, você tá carregando uma tonelada de coisa que nem é sua.
Resultado?
Raiva. Cansaço. Culpa.
E aquela pergunta que vem no fundo da alma:
“Por que tudo isso pesa tanto em mim?”
Você já parou pra pensar que talvez… você só esteja absorvendo demais?
Essa é a minha famosa (e quase científica 😅) Teoria da Cota Diária da Levada de Sério da Vida.
Funciona assim:
Todo mundo tem uma cota emocional limitada por dia. Um limite invisível.
Um espaço interno pra lidar com problemas reais, desafios inevitáveis, tretas da vida.
Só que o que acontece?
Você não percebe, e já tá esgotando essa cota com coisa que nem devia estar aí.
Tem problemão? Tem.
Tem probleminha? Tem também.
Tem coisa que nem é problema — e o povo transforma em drama? Ah, isso tem de sobra.
E o pior: você entra na dança. Se envolve. Se estressa.
E quando vê, tá ruminando problema que nem era seu.
O X da questão tá aqui:
Nem tudo precisa ser levado a sério.
Nem tudo merece resposta, reação, energia.
Às vezes o que você precisa é olhar pro problema e rir.
Rir não por desdém, mas por sanidade.
Porque já deu. Já bateu a cota do dia. Já saturou.
Não dá pra resolver tudo hoje. Não dá pra carregar o mundo. E, sinceramente, não precisa.
Se você olhar com mais atenção, vai ver:
Metade do que pesa em você nem é problema de verdade.
É ruído. É invenção. É expectativa dos outros.
É cobrança que você aceitou carregar sem perceber.
A vida é cômica — se você souber rir das armadilhas.
A grande virada está aqui:
Aprenda a escolher seus problemas.
E ria dos que não merecem sua energia.
Ria da arapuca.
Ria do problemão inventado.
Ria de quem tenta te arrastar pro drama que é deles.
Rir, às vezes, é o ato mais sério que a gente pode fazer.


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