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Você sente que está perdendo a alma no seu trabalho?
Vai, faz, entrega. Recebe. E no fim do dia… vazio. Um cansaço que não é só físico. É como se algo dentro de você estivesse se desgastando — e nem sempre é visível. Só que você sente.
Talvez você esteja se perguntando:
“Onde está o sentido disso tudo?”
Talvez já tenha desistido de perguntar.
Mas a pergunta segue latejando por dentro.
E talvez a resposta não esteja em mudar de carreira ou largar tudo.
Talvez esteja em duas coisas que você parou de fazer (ou nunca começou):
1. Conexão humana
O sentido do trabalho não está no dinheiro. (Apesar de sim, ele importa.)
Mas o dinheiro, por si, não sustenta ninguém por dentro.
O que sustenta é saber que o que você faz toca alguém.
Qualquer trabalho ganha sentido quando facilita a vida de alguém.
Todo mundo carrega alguma dificuldade.
Se o seu trabalho ajuda a aliviar isso — nem que seja um pouco — já é muita coisa.
É ponte. É cuidado. É presença.
Mais ainda:
Se você alivia o sofrimento de alguém, então seu trabalho tem alma.
E não precisa ser terapeuta pra isso. Qualquer função pode ser um gesto de alívio.
Não é sobre status. É sobre humanidade.
2. Criatividade real
Não é “seja criativo” no sentido clichê de ideias geniais.
É sobre fazer algo com o que você tem nas mãos, agora.
É usar sua liberdade pra transformar um pouco da realidade.
Criar uma possibilidade. Um alívio. Um acesso. Um espaço novo.
Isso é criar:
Facilitar ou aliviar.
Quando você junta isso com sua história, sua entrega deixa de ser só uma função.
E começa a ter nome, rosto, sentido.
Em resumo (pra você não esquecer)
O sentido do trabalho está em duas coisas simples e profundas:
- Conexão humana.
- Criatividade a serviço de facilitar ou aliviar.
Se o que você faz ajuda alguém a viver melhor, tem propósito.
Se o que você faz diminui a dor de alguém, tem valor.
Mesmo que ninguém aplauda.
E se nada disso fizer sentido pra você?
Então talvez o problema não seja o trabalho em si, mas a forma como você está nele.
Ou talvez você esteja no lugar errado mesmo.
Mas antes de jogar tudo fora, para e se escuta.
Se quiser ajuda pra atravessar esse vazio, me chama.
A gente precisa conversar sobre o que realmente importa.


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